segunda-feira, 1 de setembro de 2008

A INICIATIVA FEMININA


Uma das dúvidas mais frequentes que constato é: qual é o papel
da mulher no jogo da sedução. A etiqueta tradicional certamente
não dá conta desse recado porque, fora dos limites do lar e da
família, a mulher nunca teve um papel bem definido. Mas
felizmente as coisas mudaram e cabe a nós estar abertas a essas
mudanças. A mulher conquistou direito em todas as áreas e no
que diz respeito a sexo não poderia ser diferente.

Certamente ainda há muita resistência para assumir plenamente
esse fato, portanto convém ir devagar. Ao ser diretamente
assediado por uma mulher, boa parte dos homens esquece que
está no século 20 e que o tempo da submissão já passou. E a
abordagem acaba surtindo efeito contrário: em vez de atrair,
acaba afastando.

Também há uma série de inconvenientes sociais a que estamos
sujeitas ao sermos flagradas cantando alguém. As amigas, que
foram as primeiras a incentivar o assédio, serão as primeiras
a rotulá-la de oferecida ou "desfrutável". O que não quer
dizer que devemos nos privar do prazer de seduzir, mas
simplesmente fazê-lo com uma certa delicadeza. Há milhões
de abordagens sutis que podem levá-la ao seu objeto de
desejo sem correr riscos. E se ele não for capaz de
perceber suas sutilezas, pense bem: pode não ser esse
o homem que você quer.

*Revista Criativa*


A INTUIÇÃO É UMA DÁDIVA, DESFRUTE-A:

Muitas vezes ela é desconsiderada,
se contraria fatores "lógicos",
mas deixá-la de lado é não ouvir a si próprio.
A intuição é de graça e é uma graça,
uma dádiva.
Ela é um instrumento precioso,
que deve ser levado em conta,
especialmente na relação amorosa.

"Alberto Lima"

Um comentário:

xistosa - (josé torres) disse...

A sedução não se pode servir, vender ou oferecer por catálogo ou revista, (como se infere pela "Revista Criativa")
Cada mulher e cada situação, só se podem resolver, em cada caso e este, difere de momento para momento, mesmo com os mesmos "actores".

Deixemos a liberdade de sedução de cada um libertar-se e agir conforme o momento.
Talvez vivamos oprimidos pelo "agradar" ao sexo oposto, quando a lassidão, o desgosto, até o cansaço, o momento, podem influir nesse afã.
A felicidade de seduzir, dura o tempo que queremos, e que o parceiro(a) aceita.